domingo, 8 de dezembro de 2013

Audiodescrição

 

Não considero a inclusão uma missão impossível, mesmo pertencendo a um país capitalista, imediatista. Pensar na possibilidade que todos os seres humanos podem e devem compartilhar os mesmos espaços e nesta perspectiva aprender, evoluir, ampliar o seu conhecimento respeitando o modo e o ritmo de cada um é uma quebra de paradigma, é lei e precisa ser cumprida.

É bem verdade que devamos reconhecer que ainda estamos no início desse processo e muitos desafios serão enfrentados. A discussão, inquietação da sociedade civil perante as diferenças humanas e suas peculiaridades já configuram um ponto de partida que devemos considerar como relevante para uma possível mudança de valores e atitudes.

Acessibilidade é um dos assuntos mais discutidos nos últimos anos. Dar as pessoas a  oportunidade de acesso aos espaços físicos, a utilização de recursos acessíveis relativos à comunicação, a informação, entre outros, é garantido por lei e precisa ser cumprida.

Hoje vamos falar sobre um recurso muito importante para a pessoa com deficiência visual que é a áudiodescrição. De acordo com Mota (2010) “ a audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora”.
A audiodescrição é um facilitador nas atividades desenvolvidas com as pessoas com cegueira ou baixa visão.
A exemplo, podemos citar a apreciação de uma obra de arte, observe:




Nesta atividade, podemos explorar além da visão residual, trabalhar cores, expressões e sentimentos que são tão aflorados neste tipo de arte. Ela está intimamente ligada a própria história da humanidade, que antes mesmo da escrita, eram utilizados desenhos e  simbologias para descrever os acontecimentos da época.. Apresentar uma obra de arte e despertar o gosto pela produção artística também deve ser  um dos papéis desempenhados pelo professor.
Cabe ressaltar que esta atividade pode ser desenvolvida incluindo todos os alunos da turma, uma vez que possibilita um olhar mais atento e  reflexivo.

Referências:

DOMINGUES, Celma dos Anjos [et al]. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.


MOTTA, Lívia Maria Villela de Mello; FILHO, Paulo Romeu (Org.). Audiodescrição: transformando imagens em palavras. São Paulo: Secretaria do Estado dos Direitosdas Pessoas com Deficiência, 2010. Disponível na opção LIVROS do site:www.vercompalavras.com.br. Acesso em 08/12/2013).


BRASIL. Nota Técnica, Nº. 21. Orientações para descrição de imagem na geraçãode material digital acessível –Mecdaisy.MEC/SECADI/DPEE, 2012. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10538&Itemid=. Acesso em 08/12/2013.
 

 
 

domingo, 20 de outubro de 2013

Jogo e Aprendizagem


Desenvolvendo conceitos matemáticos - Aprendizagem lúdica
 
 
O jogo de boliche é um ótimo recurso para trabalhar alguns conceitos matemáticos com os alunos, desde o mais simples ao mais complexo.
Utilizei este jogo no Atendimento Educacional Especializado (AEE) na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), com os meus alunos com Deficiência Intelectual (DI).
Conforme a literatura, o aluno com DI, geralmente, possui dificuldade em relação ao desenvolvimento da cognição, da metacognição, de transferência, da linguagem, atenção, concentração e memória.
De acordo com Gomes (2010) “O aluno com deficiência intelectual constrói conhecimentos exercitando sua atividade cognitiva que é estimulada pela intervenção intencional desse professor”. (GOMES, 2010 P. 9).
Para iniciar o trabalho com o aluno com Deficiência Intelectual, é importante motivar o aluno, perceber suas potencialidades e desenvolver estratégias para que ele possa avançar no seu processo de aprendizagem.
O jogo de boliche possibilita o desenvolvimento de diversas atividades. Entre elas, podemos trabalhar a noção de quantidade, conceitos de mais e menos, muito pouco, ideia de adição, entre outros.
O jogo pode ser adquirido em casas comerciais populares, com preços acessíveis, ou mesmo podemos confeccionar utilizando materiais recicláveis como: garrafas PET (refrigerante ou iogurte de 1 litro). Além disso, podemos utilizar o jogo virtual, já que é tão fascinante para os nossos alunos que estão na era da tecnologia.
Sugiro montar uma sequencia didática envolvendo inicialmente a contagem oral, depois o registro feito pelo aluno dos pontos marcados (pode ser no papel ou na lousa). E posteriormente, envolver situações problemas orais e escritas.
 
Na figura 1, apresenta o jogo convencional. Na figura 2, o jogo feito com garrafas PET, onde incluímos também a identificação dos numerais e cores e, posteriormente organizarmos situações problema.  Na figura 3, possibilitamos ao aluno o conhecimento do uso da tecnologia que, além da diversão, da percepção visual e dos conceitos matemáticos, incluímos também o desenvolvimento da coordenação motora fina. Finalmente, na figura 4, o aluno realizando uma atividade escrita no papel.
Logo, com o jogo de boliche, o professor da SRM, pode contribuir com os conteúdos trabalhados na sala de aula comum, auxiliando o aluno  a compreender  alguns conceitos  e tornar uma aprendizagem mais significativa pra ele.
Referências:
FIGUEIREDO, Rita V. Leitura, Cognição e Deficiência Intelectual. In: Deficiência Intelectual: cognição e leitura. FIGUEIREDO, Rita Vieira de. Fortaleza (CE): Edições UFC, 2012.
GOMES, Adriana L. L.Verde. FIGUEIREDO, Rita V. de. POULIN. Jean-Robert.  A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: o atendimento educacional especializado para alunos com deficiência intelectual. Brasília, UFC-MEC, 2010.
Imagens:
Figura 1: www.ruedita.com.br (acessado em 20/10/2013)
Figura 2: www.bolicheonline.com.br (acessado em 20/10/2013)
Figura 3: denisemagicstar.blogspot.com.br (acessado em 20/10/13)
Figura 4: arquivo pessoal do autor.
 
 
 
 

sábado, 7 de setembro de 2013

Recursos da TA

 
Recursos da Tecnologia Assistiva
 
O professor do AEE deve estar atento à inclusão dos alunos na escola, no que diz respeito a sua aprendizagem, a acessibilidade, desenvolvimento de sua autonomia,  entre outros. Um dos papéis deste profissional é garantir a inclusão do aluno com deficiência no ambiente escolar.
A Tecnologia Assistiva possui um papel fundamental para a conquista da autonomia das pessoas com algum tipo de deficiência. Segundo Sartoretto (2010),
 “é uma área do conhecimento e de atuação que desenvolve recursos e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldades  funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas”. (SARTORETTO, 2010. p. 8)
 A implementação da TA no ambiente escolar torna-se uma grande aliada, uma vez que possibilita a efetiva aprendizagem do aluno ampliando sua capacidade na realização de tarefas da vida diária, na acessibilidade, conquistando assim uma maior autonomia e produtividade. Os resultados alcançados ficam bem mais evidentes, melhoram a capacidade de aprendizagem, interação com o meio ambiente e, consequentemente aumenta também a sua autoestima.
De acordo com o Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999 são vários os recursos que são garantidos às pessoas com deficiência e que devem  ser utilizados para a melhoria da qualidades de vida dessas pessoas.
Conforme Bersch (2007),
os serviços de TA são geralmente de característica multidisciplinar e devem envolver profundamente o usuário da tecnologia e sua família, bem como os profissionais de várias áreas, já envolvidos no atendimento deste aluno”.  (BERSCH, 2007 p: 34)
 
Vamos conhecer alguns recursos da Comunicação Aumentativa e Alternativa que auxiliam na ampliação do vocabulário e efetiva a participação da pessoa com deficiência dentro e fora do ambiente escolar.                                
 




Prancha de comunicação com símbolos representativos relacionados ao seu cotidiano como: brincar, comer, beber, comprar e pedir ajuda.


(Imagem: 124 Fascículo 6)
 
 
Prancha de comunicação relacionada à alimentação,  organizada de acordo com a solicitação,  preferências e agradecimento do aluno.
 
 
 
(Imagem: 145 Fascículo 6)
 
 
Pastas de comunicação organizadas por cores de acordo com  o tema a ser trabalhado.
  
(Imagem: 160 Fascículo 6)
 
 



As pranchas indicam o assunto principal. Cada índice pode ser desdobrado em outra prancha temática.  Através das pranchas de comunicação é possível que o aluno possa ampliar sua comunicação, fazendo com que as pessoas a sua volta compreendam de fato o que ele deseja naquele momento.  Estas pranchas são organizadas nas pastas de comunicação para facilitar seu uso.



Chaveiros de comunicação – utiliza-se símbolos que são  organizados por temas. Possibilita maior autonomia para o aluno, ampliando sua comunicação dentro e fora do ambiente escolar. 
(Imagem: 169 Fascículo 6) 


Os chaveiros também são grandes aliados na ampliação da comunicação do aluno. Escolhido o tema, são utilizados os símbolos e sua descrição. De maneira prática, por seu tamanho e facilidade de carregá-lo, facilita o aluno interagir melhor com as pessoas, seja dentro ou fora da escola.  


Cabe ressaltar que é importante que o aluno tenha uma referência. O meio desta comunicação, ou seja, imagens, símbolos e descrição devem ser o mesmo, dentro ou fora da escola. Isso facilitará a sua aprendizagem e melhor interação com as pessoas.  


 
 

 
Referências
BERSCH, Rita. Tecnologia Assistiva. Recursos e Serviços que promovem a Inclusão Escolar.
_____________. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Física. São Paulo: MEC/SEESP, 2007.
SARTORETTO, Mara L. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: Recursos Pedagógicos Acessíveis e Comunicação Aumentativa e Alternativa:  Fascículo 6. Brasília: MEC/SEESP {Fortaleza}: UFC, 2010.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O AEE e o papel do professor na SRM


O Atendimento Educacional Especializado e o papel do professor na SRM

Nos últimos meses temos nos dedicado ao estudo da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Sabemos que historicamente a educação especial configurou-se num sistema paralelo e segregado de ensino, destinado somente a pessoas com deficiências, distúrbios e, com menos frequência a superdotação.  O ensino regular destinava-se aos alunos ditos “normais” ou muito timidamente a alunos que pudessem se adequar aos padrões já preestabelecidos.

Atualmente trabalha-se por uma Educação Inclusiva, ou seja, uma única escola em que todos sejam de fato e de direito incluídos. Proporcionando o ingresso e a permanência do aluno na escola com condições efetivas de aprendizagem.

Surge então nas escolas o Atendimento Educacional Especializado que vem colaborar para a garantia dessa inclusão, utilizando-se de recursos que possibilitem na conquista da autonomia e independência desse aluno.

O atendimento educacional especializado (AEE) é um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008).

É função do professor da Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), entre outras,            

 “Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial;

O professor da SRM é de fundamental importância dentro de uma escola, pois este será o mediador entre o conhecido e o desconhecido. Seu papel ultrapassa as paredes da SRM , na medida que tem consciência da necessidade de estabelecer parcerias institucionais, parcerias com os pais e com a comunidade.

         A participação nesta disciplina  possibilitou-nos vislumbrar o trabalho do Atendimento Educacional Especializado (AEE) de forma dinâmica, dotado de conceitos imprescindíveis a um educador que se proponha a atrelar teoria e prática numa perspectiva inclusiva,  na qual o discente seja o centro da construção do saber. Cabe ressaltar que, para desenvolver este trabalho o professor da SRM precisa realizar o estudo de caso, cujo objetivo é conhecer o aluno sob diferentes ópticas.  Seguindo as quatro etapas do estudo de caso -  apresentação do problema, esclarecimento do problema, identificação da natureza do problema e a resolução do problema, é possível  desenvolver uma proposta de  trabalho que possa diminuir ou eliminar as barreiras que impedem a aprendizagem do aluno, respeitando seus limites e explorando suas potencialidades.

 

Referências:

 

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

 

 

domingo, 26 de maio de 2013

Pesquisas sobre inclusão

Olá pessoal!
Sabemos que as barreiras para uma verdadeira inclusão são muitas e, lgumas vezes, achamos que na escola que trabalhamos é ainda mais difícil, mas não é bem assim. De acordo com pesquisas realizadas isso ocorre em muitos lugares. Li este artigo muito interessante sobre a educação inclusiva e gostaria de compartihar com vocês!
É um  estudo sobre inclusão em escolas públicas estaduais no interior paulista a partir do acompanhamento de 10 professores e 6 diretores através de entrevistas e observações. Evidencia a função do docente e do gestor como imprescindíveis no processo de inclusão. Define o papel de cada um, ao mesmo tempo ratifica o agir coletivo. Discute ainda, leis, documentos e direitos que foram conquistados ao longo dos anos para as pessoas necessidades especiais. De acordo com a pesquisa, a inclusão é algo possível desde que haja uma correlação entre formação docente, formação continuada, infraestrutura, material pedagógico para dar suporte, entre outros. Destaca também a importância das Universidades para a formação continuada dos professores, além promover pesquisas que facilitem o desenvolvimento de instrumentos e recursos para as pessoas com deficiência. Acredita-se, portanto, na efetivação da inclusão desde que teoria e prática caminhem juntos.

Referência:

SANT'ANA, I. M. (2005). Educação Inclusiva: concepções de professores e diretores. In: Psicologia em Estudo, Maringá, v.10, n.2, p.227 234 Disponível em http://www.scielo.br/pdf/pe/v10n2/v10n2a09.pdf acessado em 10/05/2013.

 

comentários de vídeos


Os vídeos Help Desk na Idade Média e Web 2.0 relatam sobre a posição do homem perante o desconhecido, o novo. Totalmente necessário para a evolução humana. O primeiro falando sobre o surgimento da escrita e dos registros tornando a imortalidade das ideias. Faz uma crítica bem humorada sobre a utilização do livro, dando a entender que o seu uso remete a um processo bem mecânico que pode ser entendido como repetição de ações, sem manual de instrução. Já o segundo, utiliza uma linguagem mais técnica, do mundo atual, que muitas vezes nos assusta e ao mesmo tempo nos atrai. Destaca a velocidade e o acesso à informação, possibilitando, inclusive, notícias, declarações... em tempo real.
Os vídeos nos remetem a possibilidade de dar continuidade aos processos de desenvolvimento do conhecimento que se iniciam a partir da vivência do novo e que daí sofrerá verdadeiras metamorfoses por estarem em constante transformação e construção. Porém, nada será válido se não for para aproximar pessoas e promover a interação e o conhecimento.
Para assisti-los acesse:  http://www.youtube.com/watch?v=IJq-x2Vrv8c
                                            
http://www.youtube.com/watch?v=X4n90pO-kRk

Refletindo...


Um singelo olhar sobre EAD


De fato o professor José Manuel Moran expressa bem meu sentimento ao afirmar “que um bom curso é aquele que nos empolga, nos surpreende, nos faz pensar, nos envolve ativamente, traz contribuições significativas (...)”. Assim, um bom estudante é aquele que busca o saber em função de um desejo interior de aprender o novo, desvendar a vicissitude da experiência de perceber a transformação do conhecimento pelo simples fato de se colocar enquanto objeto do desconhecimento. Tem a concreta convicção de que deve viver novas experiências para transformar em si mesmo e “mudar o mundo”, nem que seja o seu próprio mundo a sua própria vida através dessas novas vivências e experiências. Um dos pontos que, às vezes, pode se tornar difícil é se apropriar da tecnologia e se adaptar a dinâmica/formatação do curso, observando as atividades a serem desenvolvidas, prazos, acessos, fóruns, chat, entre outros. Percebo também na educação à distância dois pontos centrais que se interligam e são por demais estimulantes. Primeiramente a possibilidade e facilidade de ter acesso a grandes pensadores/professores nacionais sem precisar se deslocar aos grandes centros urbanos brasileiros, o que favorece e antecipa o nosso crescimento intelectual por participamos dessa educação que acaba minimizando disparidades regionais (no contexto da educação), além de promover o intercâmbio virtual entre diferentes educadores que muito dificilmente estariam se encontrando em condições de normalidade (educação presencial). O segundo ponto que percebo, é a possibilidade de “diferentes olhares” educacionais e realidades vividas por todos nós, alunos que se dedicam a estudar a educação especial, poderem se encontrar, se fundir, modificar, transformar, nascer e renascer, crescer e em especial  contribuir para a geração de um “ambiente novo e criativo” no “saber e para o saber”, de tal modo que provoque uma verdadeira revolução entre e dentro de nós. Destaco aqui o papel dos educadores envolvidos nesse fazer educacional, pois sem dúvida é o “ponto central dessa mutação”. São eles os mediadores entre o desconhecimento, a dúvida, a incerteza, a sabedoria, a novidade, a descoberta para a construção de um saber sólido, robusto, forte, mas ao mesmo tempo flexível, heterogêneo, atual, interativo e principalmente mutante. Vejo na educação a distância a possibilidade de nós educadores podermos trocar experiências uns com os outros de nossas vivências locais como nunca se viu antes em nosso país. Poder aproximar nossos olhares regionais de uma possível realidade nacional. Construir um conhecimento multidisciplinar, interdisciplinar e quem sabe até transdisciplinar.

Referências:


MORAN, José Manuel. Contribuições para uma pedagogia da educação on-line. Artigo publicado no livro organizado por SILVA, Marco. Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003. P. 39-50. Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/bom_curso.htm
Acessado em 21/04/2013

_______. O que é um bom curso a distância? Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/contrib.htm. Acessado em 21/04/2013